Mostrando postagens com marcador Santo André Apóstolo - 30 de Novembro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Santo André Apóstolo - 30 de Novembro. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Santo André Apóstolo



30/11 - Os gregos chamam a este ousado apóstolo "Protókletos", que significa: o primeiro chamado. Ele foi um dos afortunados que viram Jesus na verde planície de Jericó. Ele passava. O Baptista indicou-o com o dedo de Precursor e disse: "Eis o Cordeiro de Deus, que tira os pecados do mundo". André e João foram atrás d'Ele. Não se atreveram a falar-Lhe até que Jesus se virou para trás e perguntou: "Que procurais?" - Mestre, onde habitas? - "Vinde e vede". A Igreja deve muito a Santo André. Terá sido martirizado numa cruz em forma de aspa ou X, que é conhecida pelo nome de cruz de Santo André.

André foi o primeiro a reconhecer o Senhor como seu mestre... O seu olhar percebeu a vinda do Senhor e deixou os ensinamentos de João Baptista para entrar na escola de Cristo... João Baptista tinha dito: "Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo" (Jo 1,29). Eis aquele que liberta da morte; eis aquele que destrói o pecado. Eu sou enviado, não como o esposo, mas como quem o acompanha (Jo 3,29). Vim como servo e não como mestre. Levado por estas palavras, André deixa o seu antigo mestre e corre para quem ele anunciava..., levando consigo João, o evangelista. Ambos deixam a lâmpada (Jo 5,35) e caminham para o Sol... Tendo reconhecido o profeta de quem Moisés dissera: "É a Ele que escutareis" (Dt 18,15), André conduz até ele o seu irmão Pedro. Mostra a Pedro o seu tesouro: "Encontramos o Messias (Jo 1,41), aquele que desejávamos; vem agora saborear a sua presença". Ainda antes de ser apóstolo, conduz a Cristo o irmão... Foi o seu primeiro milagre.

Após Pentecostes, Santo André foi pregar na Trácia, na Macedônia, na Grécia e na Ásia Menor. Foi também o pregador do Evangelho em Bizâncio. As numerosas conversões que obteve suscitaram o furor dos idólatras, que o acusaram e o levaram ao tribunal de Egea, pró-consul da cidade de Patrás, na Criméia. Obrigado a sacrificar oferendas aos deuses e tendo-se recusado, foi condenado a morrer crucificado. Durante sua lenta agonia exortava à verdadeira fé a multidão que o rodeava. E assim, com humildade e alegria, entregou seu espírito ao Senhor.